Os hits do Carnaval 2000-2014

Os hits do Carnaval 2000-2014

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Sexta-feira de Carnaval, todo mundo feliz, todo mundo animado e eu sofrendo pra conseguir fazer minha fantasia. Depois de 3 horas mal sucedidas tentando fazer uma simples fantasia do The Sims, separei algumas musicas inesqueciveis dos Carnavais de 2000 até hoje.
Separe a serpentina e chore de saudades junto comigo!

 

2000 (Bragaboys – Bomba)

 

2001 (Banda Gil – Bate-lata)

 

2002 (Chiclete com Banana – Chiclete)

 

2003 (Margareth Menezes – Dandalunda)

 

2004 (Ivete Sangalo – Sorte Grande) 

 

2005 (Rapazolla – Coração)

 

2006 (Vixe Mainha – Café com Pão)

 

2007 (Asa de Águia – Quebra Aê)

 

2008 (Psirico – Toda Boa)

 

2009 (Ivete Sangalo – Dalila)

 

2010 (Parangolé – Rebolation)

 

2011 (LevaNóiz – Liga da Justiça)

 

2012 (João Lucas e Marcelo – Tchu tcha tcha)

 

2013 (Ivete Sangalo – Dançando)

 

2014 (Psirico – Lepo Lepo)

(É o que eu acho que vai bombar, mesmo torcendo pra só dar Valesca Popozuda)

 

 

Pra quem quiser ouvir todas as musicas sem precisar ficar dando play no youtube eu fiz a lista no meu grooveshark, clique aqui

Os ciclos que me levam até aqui

Os ciclos que me levam até aqui

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Numa tarde comum de domingo, enquanto conversava com um amigo sobre coisas banais da vida ele me disse “Ano que vem eu paro de implicar por você morar no interior”.
Ainda estamos no segundo mês do ano e 2015 parece bem longe. Não entendi porque teria que esperar até o próximo ano para as brincadeiras acabarem, até que ele completou “Ano que vem você não vai morar no Rio, então?”.
Pois é, eu sempre disse pra todos os meus amigos que queria me formar e ir pra cidade grande, ser redatora publicitária na agência x ou y  e ganhar o mundo. Mas ainda não tinha caído a ficha que esse tempo está chegando, já é depois do próximo réveillon.
Sei que em 1 ano muitas coisas mudam e talvez lá na frente eu não sonhe mais em me mudar para a cidade maravilhosa. Acontece que isso me fez olhar pra trás e reparar como as coisas passaram rápido desde que peguei meu canudo de formando do ensino médio.
Era dezembro de 2010, a noite mais esperada do ano. Finalmente ali acabava um ciclo que havia durado boa parte da minha vida. Eu deixaria para trás o colégio que estudei por tanto tempo, os professores que conhecia há anos, e os colegas de turma que me faziam companhia na hora do recreio. Naquele momento eu sabia que as coisas iam mudar, eu já esperava por isso, mas ali no meio dos outros 40 alunos na colação eu ainda tinha minhas amigas por perto, a menos de 3 metros de mim e iriamos pra uma festa dançar como nunca.
Depois de quase quatro anos, eu e minhas amigas já estamos quase nos formando na faculdade, cada uma mora em numa cidade e nossos maiores segredos são contados pelo whatsapp. Os passeios regulares depois da aula se tornaram os raros nos fins de semana.
As coisas mudaram, e nós mudamos juntos, já nos acostumamos com esse ritmo de vida. E hoje, eu vejo que algumas coisas continuaram as mesmas, o meu nervosismo sobre o novo, a minha ansiedade de ver os prazos e datas se aproximando e a vontade de continuar com os mesmo sonhos e desejos de antes.
Talvez ano que vem eu me mude para outra cidade ou continue no mesmo lugar, mas quando eu tiver recebendo o canudo de formando de bacharel em Publicidade e Propaganda eu entenderei que vou fechar outro ciclo, começando uma nova fase para contar e as minhas amigas voltarão a estar a menos de 3 metros de mim, mas dessa vez batendo palmas junto com meus outros novos amigos.

Tarde de verão

Tarde de verão

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Ele passava todo dia apressado pela minha rua.
Camisa xadrez, uma tatuagem no braço e um monte de histórias no bolso
Eu abria a janela e colocava o vaso de flor no parapeito só pra vê-lo.
O sol combinava com o balanço das cortinas enquanto o céu azul se ia.

O cara misterioso transformou a minha terça-feira em sexta quando ouvi a campainha tocar.
Eu rodopiei pelo corredor até a porta da frente cantarolando a musica que eu nao parava de escutar.

Desci as escadas descalça, pés no chão e coração nas nuvens.
É assim que pedem para sermos, né?!

E quando abri a porta a janela se fechou, o vaso de flor rosa se espatifou na calçada
Tocaram a campainha errada, a casa era do outro lado da rua e sem identificação.

Ele foi a paixão mais rapida que vivi, e de lembrança me deixou uma sujeira no chão
e uma carta dizendo que era engano entender o meu coração.